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Pré-candidato pelo Republicanos à Prefeitura de Iúna, Rogerinho quer priorizar a assistência aos mais carentes e apoiar o produtor rural

Pré-candidato pelo Republicanos, Rogério Cézar, o Rogerinho, tem vasta experiência política em Iúna. Eleito vereador para dois mandatos (2013-2016 e 2017-2020), foi presidente da Câmara entre 2017 e 2018. Na área social, foi secretário de Assistência Social entre 2009 e 2012. Se eleito, Rogerinho quer priorizar um trabalho voltado para os mais carentes e também para o produtor rural, dando oportunidade de saúde, emprego e educação.

Como estão as articulações para viabilizar sua candidatura à Prefeitura de Iúna?

Quais são suas principais propostas?

Eu defendo o social. Trabalhei por muito tempo na Assistência Social, fiz trabalhos voluntários e nunca parei. Acredito que temos de trabalhar muito mais. Temos os bairros mais carentes, que precisam desse apoio. Um município não anda se não olharmos para aqueles que acordam cedo pro trabalho, vão para a roça, vão para a colheita. Temos de oferecer, a esses cidadãos, escolas melhores, saúde, gerar mais emprego e renda. É a pessoa ir pro trabalho sabendo que, se precisar, terá um médico para atender, o remédio que precisa e escola pros filhos. Muitos governos esquecem essas pessoas, que ficam perdidas, sem apoio. Por isso é importante dar esse suporte. E mais: se trabalharmos uma educação de base de qualidade para as crianças, elas vão crescer e vão além.  Na minha época na Assistência Social, oferecemos muitos cursos de qualificação para pedreiros, costureiras e isso ajudou a muitos cidadãos saírem da extrema pobreza. E queremos implantar isso de novo. Precisamos também de melhoria na infraestrutura para o produtor rural, estradas melhores para o escoamento da produção. Enfim, olhar para toda essa população que está esquecida.

Em 2021, os novos prefeitos vão encarar o desafio do pós-pandemia. Como o senhor pretende lidar com isso?

Teremos de dar uma brecada nos gastos, observar atentamente como está a saúde dos cofres públicos. O atual prefeito diz que tem dinheiro em caixa. Mas teremos de trabalhar com o que tiver, cortar gastos se for preciso. Vamos também buscar recursos junto aos governos, o que é mais fácil, pois temos um bom relacionamento com vários parceiros deputados. Isso não vai faltar. Mas vamos trabalhar muito para não esquecer de nenhum setor. A educação, por exemplo, vai precisar de um olhar muito atento, já que 2020 foi um ano difícil em relação ao transporte escolar e por conta da pandemia, que exigiu muito trabalho e empenho dos nossos professores.

 

E qual será, na sua opinião, o maior desafio?

Creio que é a questão da agricultura. Temos de rever as estradas, ajudar os agricultores. Falei do emprego e renda, e temos de lembrar que a agricultura é importantíssima para Iúna. Temos um trabalho grande para arrumar a infraestrutura para o escoamento da colheita. É um carro chefe da economia do município, quase 70% das nossa renda e precisamos estar apoiando o setor.

 

E com o Legislativo, qual a melhor forma de trabalhar?

Com muito diálogo. Como Presidente da Câmara, mesmo sendo da base do governo, tive uma oposição sempre maior, de sete a quatro. Mas sempre dialoguei muito com a oposição e conquistei respeito. Não podemos falar que a Câmara não ajuda. A Câmara nunca atrapalha. O que falta é diálogo. O objetivo é trabalhar pela cidade. É conversar e chamar para trabalharmos juntos pelo município. Nosso objetivo é um só, ver Iúna crescer. Tem de ter diálogo sim, não troca de favores, mas diálogo, chamar para ver os projetos, mostrar os benefícios aos cidadãos. Isso faltou neste governo atual, houve falta de diálogo. Falar que a Câmara atrapalha não é verdade.

Fonte : AQUINOTICIAS.

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